terça-feira, 27 de dezembro de 2005

E viva a escova progressiva.

Meses e meses na dúvida de botar ou não botar aquele monte de produtos no meu cabelo. Depois de tentativas frustradas de uma melhora nele, me convenci de que eu e meu cabelo nunca seremos amigos.
Então fui lá e fiz né.

E (ainda) não me arrependi.
E espero não me arrepender.

Mas eu adoro cabelo cacheado, velho :( Pena que o meu era feio.
O Júlio que o diga. Ehehe.

Eu queria mesmo era encontrar 170 reais na calçada.
Daí minha prancha e meu Reveillón estariam mais que resolvidos (este último pedindo uma carona, ainda.).

sexta-feira, 23 de dezembro de 2005

Eu consigo TUDO que eu quero.

Mas essa frase não surte mais efeito.

O Natal.

Eu odeio o Natal.
A decoração da cidade, as árvores de plástico que imitam os pinheiros, os falsos desejos das pessoas dizendo "Feliz Natal" - são todos ditos puramente por educação, as liquidações, o fato da pessoa ter de se arrumar pra ir ali na casa dos avós ("Mãe, posso ir de short e sandália Kenner?" "Não" o.O), e de passar a noite inteira fazendo a social e sorrindo pros parentes distantes que só aparecem no 24 de dezembro pra comer e receber presentes, odeio o Papai Noel e as músicas natalinas com suas melodias ridículas.

Odeio essa festa capitalista criada em torno do nascimento de Jesus.
Acho ridículo.

Um Natal comum pra vocês.
Que nada se renove, que nada de diferente aconteça pra mudar a sua vida, mas que você lembre o verdadeiro sentido dessa festa nesse e nos próximos anos.

blergh.

terça-feira, 20 de dezembro de 2005

Síndrome?

Eu acho que tenho uma síndrome. Do mau-humor. Ainda estou atrás de saber se ela realmente existe ou se é uma doença rara e desconhecida, a qual somente eu possuo nesse mundo.
Que tipo de pessoa tem mau-humor diário e constante DESDE pequena? Totalmente incontrolável.
Lembro que até os 9 anos eu batia nas pessoas que enchiam meu saco quando eu tava de mau-humor. Depois dos 10 me tornei reclusa, apenas.
Hoje em dia gritar palavrões ficou mais fácil. O problema é que cansa.
Só não entendo porque ele me visita todos os dias, e não vai embora de jeito nenhum. E porque quando vai, ele volta tão facilmente e sem avisar. ISSO me deixa mais mau-humorada ainda, vejam só que coisa redundante (é, não é?).

Mas eu não vou dizer aqui: "nesse próximo ano eu vou melhorar isso!" porque mais ridículo do que dizer uma coisa dessas é avisar que eu vou sorrir para as pessoas na rua e soltar o cabelo pra ir ao colégio. Impossibilidades.

Eu queria só entender.

E amanhã vou a praia de novo.

Amo açaí, e o mar.
:)

quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

E foi. Já foi.

Turbulento, tumultuado, lotado de obrigações e de dias que acabei esquecendo.
Assim foi, pra mim, 2005. Um ano que definitivamente não foi bom. Pra mim.

Abandonei o blog... mas não porque "não tive tempo". Também. Mas apesar de eu ter me mantido ocupada o tempo quase todo, coisas não-interessantes rechearam esse ano que se passou, e nada de bom eu tinha pra vir aqui contar. Já que as coisas ruins eu evito ao máximo.

Pois bem.
Mas eu tenho uma novidade pra vocês (uhu!).
Dia 02 (isso, sexta-feira de Carnatal) fui pra Brasília fazer uma prova. Vesstibular seriado.
Caralho, foi foda.
Eu pensei que ia morrer de nervosismo... O motivo da minha ausência em todos os campos da minha vida esse ano tinham essa prova como explicação.
Eram todas as matérias... numa única tarde, sem direito a acréscimos nem correção posterior.
Eram 150 questões, acertei 101.
Não sei se esse resultado é bom, mas espero que sim.
O cálculo de pontuação pra tirar a média é BEM complicado, mas eu só vou precisar fazê-lo depois que concluir todas as três etapas (é uma etapa pra cada ano no Ensino Médio: 1º, 2º e 3º).
No final de semana seguinte já estava em Jampa, fazendo OUTRO vestibular seriado, para o qual não estudei. Eu não queria fazer aquela prova, eu não queria estar lá, eu não queria nem ter ido.
Mas pelo menos pude comprar minha havaianas preta.

:)

E é só.
Torçam por um ano melhor em 2006, pra que eu tenha o que contar pra vocês.

quarta-feira, 16 de novembro de 2005

Amigos e amores

Amigos são insubstituíveis. É possível perder um e ganhar 30; mas o valor da amizade perdida nunca vai ser reposto.Eles aguentam tudo. Nossos defeitos, nossos problemas, e vários desabafos por vezes fora de hora. Cuidam da gente quando são eles que precisam de cuidado naquele momento. Aos gritos e esporros eles nos carregam para a felicidade, porque só desejam que sejamos felizes. Só.
(...)
Amores são pra sempre. E alguns passíveis de substituição. Muitos são comumente roubados, outros são comumente sofridos, e alguns têm valor descomunal, sugiro reconhecer. Mas há, para os infelizes, castigos em tal vida. Às vezes, não somos o melhor amigo do nosso melhor amigo. E outras muitas vezes, o amor da vida do amor da nossa vida não somos nós.
E eu nunca falei que a vida era justa.

sexta-feira, 21 de outubro de 2005

like this.

Quando você der o melhor de si e não te valorizarem;
Quando rirem de você porque você vai tentar algo difícil, e que certamente essa pessoa não conseguiria;
Quando seu esforço passar em vão;
Quando você não realizar o que sonhou durante sua vida inteira...
Olhe no espelho e diga que você É o melhor. E que ninguém precisa te dizer isso; somente você.

Mas ainda não foi isso que fiz.

domingo, 25 de setembro de 2005

E eu deixei tudo passar

Se eu não me sentasse pra escrever agora, eu não sei quando novamente eu iria fazer isso.
Tanta coisa me angustia, tantas outras não me deixam preocupar, e mais algumas eu esqueço no nada.
Ultimamente ando com raiva do tempo. Do tempo que me enche de tarefas e que não me deixa aproveitá-lo bem, e que por isso acabou me afastando de tanta gente (e é sempre assim!).
Essa última semana, fiquei besta ao perceber quantas pessoas saíram da minha vida. E porque EU permiti. Tudo bem, algumas mais entraram... mas, imagine só se as que saíram estivessem comigo até hoje?! Ia ser a mais legal de todas as amizades. Mas sabe como é, né? A gente percebe, não faz nada, deixa, e vai empurrando com a barriga... Bem simples. Quando "a ficha cai", é difícil segurar o choro até. Mas eu segurei bem.
E o pior é que, a essa altura, não sei se o certo é voltar atrás e retomar todas as amizades que eu deixei de ter, ou cultivar ao máximo as que eu tenho agora, pra não acontecer tudo de novo.
Não permitam que isso aconteça a vocês... e se já aconteceu, não deixem que aconteça mais uma vez.

Agora deixa eu ir pros livros. Que por incrível que pareça, não me atraem mais faz tempo...

sábado, 10 de setembro de 2005

Uma semana atrás.

Há exatos 7 dias eu estava uma pilha de nervos.
Mas nessa mesma hora, já estava recebendo vários abraços, presentes, e anotações no tal livrinho.

Além das muitas fotos espontâneas claro.

Ai ai.. saudades!

quarta-feira, 31 de agosto de 2005

15 anos - e nenhuma diferença.

Na última segunda, dia 29, cheguei aos meus 15 anos. Pois é, os tão esperados (não por mim!) 15 anos.
Enxergo a mesma Bia, com a mesma visão de mundo e pouco amadurecimento em relação ao aniversário passado.
Pra mim, mudou pouco, e ainda me sinto aos 14; não aos 15.

HOJE, 31, um pouco mais feliz que há dois dias atrás.

Queria saber se apenas eu me sinto deprimida e com tudo dando errado no dia do próprio aniversário. Logo aquele dia que todo mundo te abraça e sorri pra você; um dia que até os menos amigos te desejam felicidades e o "tudo de bom"de sempre. O blá blá blá de aniversário se repetia enquanto meu dia piorava.
Nada, repito: nada, deu certo, a não ser o Pitt's Burg que chegou quase no dia 30.
O sushi, o abraço paterno e o dia perfeito acabaram ficando para o próximo ano. Ou não.

quarta-feira, 3 de agosto de 2005

quarta-feira, 27 de julho de 2005

Engano seu

As pessoas têm mania de dizer (e eu tenho mania de repetir essa frase) que eu sou a mais estressada de todas as criaturas.
Discordo completamente.
Exatamente no ano de 2005, a cada dia mais, um mundo cai sobre minha cabeça e eu nada faço. Isso, permaneço em berço esplêndido, como diria meu professor de Geografia.

Me estresso, mas nunca desconto em ninguém.
Por que será?
As coisas seriam bem mais simples se eu saísse por aí esbravejando para quem mexesse comigo, não?
Não.
Mesmo na iminência de um ataque suicida (ok, eu gosto de exagerar de vez em quando), mantenho a calma a olhos nus.
Mas se tu observar por mais um tempo e parar de achar que meu silêncio é sempre mau-humor e nunca pode ser algo diferente, vai encontrar a menina mais insegura que tu já conheceu.
E com o mundo desabando sua cabeça, veja só.

segunda-feira, 18 de julho de 2005

Odeio. E amo.

Odeio quando meus amigos se põem a falar de você para mim.
Odeio me lembrar do nosso último (ou do primeiro ou de algum outro qualquer) beijo, que rolou em frente à casa daquela minha amiga, lembra?
Odeio mais é sentir saudades disso.
Odeio me lembrar que poderia ter dado certo.
Odeio sentir que o que eu mais queria era que tivesse dado tudo certo.
Odeio não ter tomado conta de você como queria.
Odeio ter me sentido insegura o tempo todo, e ter morrido de medo dos ataques de ciúme de terceiros.
Odeio ter derramado algumas lágrimas por você. Algumas mesmo, já que tu sabes bem que sou fria.
Odeio ter agido errado e ter contado à todo mundo sobre nós, não sei bem por que fiz isso.
Odeio a sua falta de paciência que houve no final das coisas, quando estava tudo perto de se acertar.
Odeio apontar quase sempre os teus erros ao invés dos meus, que foram muitos.
Odeio ouvir nossa música e perder meu dia porque lembrei dos tempos bons que passei ao teu lado(que saco é isso!).
Odeio ver meu nome, só porque ele tem a sua inicial pertinho da minha (lembra que adóravamos brincar com isso?).
Odeio nossas atuais conversas, que não têm mais saudades, nem declarações, muito menos o carinho que tinha.
Odeio ouvir você dizer aos nossos amigos porque deu tudo tão errado. A culpa é toda minha mesmo?
Odeio pensar que talvez esteja voltando (e eu deixei?) a gostar de você. Mas eu juro que vou te esquecer... um dia.

sexta-feira, 24 de junho de 2005

Independência ou morte

Meu irmão foi morar em Brasília... minha mãe foi pra lá quarta-feira visitá-lo. Deixou pra mim: apartamento livre, carro e chave (do carro).
E agora vocês todos devem estar pensando: nossa, Bia deve encher a casa de gente todas as noites e passar mal de tanto beber... Que nada! Meu juízo é muito, pra sorte da minha mãe. Acabei vindo pra casa de vovó, comer canjica e olhar as fogueiras da noite de São João. Isso me lembra muito minha infância, ehehe.
Só me expliquem porque eu mudei tanto... Em outros tempos, eu estaria, de fato, com a casa cheia de gente, entornando quantos copos eu pudesse imaginar. A noite inteira.


Disse que estou de férias? E que essas são as férias mais desejadas e bem-aproveitadas de todos os tempos?
Eu não durmo mais, hiberno.
E não vou estudar... vou descansar bem! Nunca havia tido um semestre tão estressante.

Ontem fui a um show do Ludov.
MUITO foda a banda; as músicas e a voz da vocalista. O sistema de som que não ajudou muito...
Sempre que vou a um show, lembro que tenho de voltar pras minhas aulas de violão urgente! Só me falta tempo...

Louca pra ir dormir.
Mas eu não queria acordar amanhã às 7h e não ter nada pra fazer.
Horrível você não conseguir dormir mais que o suficiente e irritar seus pais por causa disso.

Desculpa minha ausência que sempre está por aqui deixando lembrança à vocês.
Vou tentar nunca mais fazer isso (é defeito meu prometer tanto) :*:

segunda-feira, 20 de junho de 2005

Ausência

Mas só porque eu precisei de você ontem, não estavas mais aqui.
Sabe o jantar e as contas? Pois é, ela esqueceu. Das caronas ela não gostou muito que eu pedisse. Sabe como é, ela também nunca sai. Não havia uma carteira ao meu alcance nem o dvd daquele filme que eu queria ver na sala de estar. Ela também disputa o computador comigo, mas eu não gosto muito de dividi-lo com ela. Você sabe como é o discurso né? Bem pior. Pega minha maquiagem sempre que vai sair, mas eu não sou egoísta nessa hora, apesar de ser na maioria das vezes, como você mesmo me dizia quatro vezes por dia. É que nessas horas eu sinto falta de brigar pelo shampoo e pelo sabonete de espinha, do qual éramos escravos.
Receio em pedir coisas à ela, sempre penso que o dinheiro pouco no fim do mês é culpa minha, não dela. Por isso não existem mais mimos. Agora são vários ônibus por dia e nenhum macarrão com camarão. No máximo um miojo ou vitamina sem açúcar, porque ela cisma que eu sou gorda, talvez.
Eu prefiro teus amigos aos dela, que são velhos, tolos e fumam perto de mim. Os teus não. São engraçados, simpáticos ou bastante nerds, e sempre me param na rua e me perguntam se eu saí com a sua autorização.
Eu prefiro também tua louça suja fazendo montanha em cima da pia às reclamações “Põe água no copo e tira a mesa, Beatriz!”. Odeio.
Fiquei com o teu quarto. Não, eu não troquei de quarto. Apenas me mudei para o seu, mas continuo com todos os pertences no meu quarto antigo. É que teu colchão é mais macio e tens vários livros bons na estante.
Continuo estudando na sala de jantar, mas morro de medo de ficar lá sozinha de madrugada, sabendo que você não está no meu quarto ao computador.
A Coca Light ficou semanas intocada na geladeira perguntando por você. E não sei que fim ela teve.
O que eu devo dizer é que Hanna não gostou muito dessas mudanças todas... Muito menos eu.
Saudades.




Bia, 19/07/05

sexta-feira, 17 de junho de 2005

Viva

Bia mandou dizer que tava viva e que não conseguia fazer o login pra postar no blog. Mas ela tá bem, só tá estudando muito (pra variar, demais).

sábado, 2 de abril de 2005

Sem pc.

Estive sem computador.
Quebrou o HD e foi para o conserto.

Aqui em casa eram dois computadores: o meu e o da minha mãe. O meu sempre foi uma bosta, e tava no conserto há alguns meses. Que foi quando eu tava usando o de mainha e enchi ele de fotos e músicas. Mas o primeiro a voltar do conserto foi o meu: sem fotos nem mp3 antigas.
Merda.

O teclado é horrível; o mouse então nem se fala, o botão direito não funciona; e a lentidão me deixa nervosa.

Bah.

Perdi até o gosto de entrar na internet.



Natal tá muito quente. Talvez eu derreta.

quinta-feira, 17 de março de 2005

Eu, eu mesma. Eu mesma, eu.

Sou assim e não mudo.
E tantas coisas que são defeitos meus e que eu faço questão de ter. De verdade, faço questão.
A minha personalidade forte exige muitos e muitos contras, e poucos (mas necessários) prós. Falo (muito) palavrão e tenho o calo grande. Ele é bem fácil de tu pisar, entende? E quando pisam, dou escândalo. Mas só se não tiver muito ocupada. Caso contrário, te brigo (muito) só depois.
Trato mal quem me trata bem. E trato super mal quem não merece minha consideração.
Empresto dinheiro e faço favores, e depois só te cobro respeito.
Não ligo para o que pensam de mim. Mentira, eu ligo. Mas por mera curiosidade e vontade de saber o que passa na cabeça de quem não me conhece.
Celulares, telefones, física e gente burra me dão ânsia de vômito. E não costumo tentar ser bacana só pra variar um pouco.
Sou independente; odeio mimos e odeio muitas outras coisas.
Com relação às pessoas, amo poucos, sou indiferente à muitos. Não entro na vida de ninguém. Falsidade não é comigo. Muito menos falta de caráter. Eu acho que considero até demais as pessoas. E me fodo bastante com isso. Mas depois eu fico bem; porque os outros se fodem 3 vezes mais depois (mentira?).
Quando corro, passo por cima; quando ando, peço licença.
Quem é meu amigo sabe que sou de falar o que sinto por eles; não escondo nunca. Quem não é... só lamento. Deixa eu ser egocêntrica e dizer que tu perde um pouco por isso.

=)

terça-feira, 8 de março de 2005

Correndo junto com o tempo

Dessa vez minha ausência é culpa da escola, dos estudos, do inglês, da aeróbica, do outro curso de inglês... Pois é, em tempos modernos, a gente faz de tudo. Menos descansar.
Daí que tô chegando do treino agora, e preciso estudar muito para as duas provas de amanhã.
Sem saco. Juro que sim.
E no final de semana? Dormir, descansar, passear... queria eu essa vida boa.
Trabalhos, aniversários, jantares e sei lá mais o que.
Bem que me diziam que um dia com 24h é curto demais.

Meu primo voltou da guerra do Iraque e eu estou feliz.
A vida dá muitas voltas, e graças a Deus eu já aprendi a lhe dar com a maioria delas.

Tchau, tenho mais (muito) o que fazer.

:*:

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2005

Tentativas

E por mais que eu tente, o mal-humor permanece.
E por mais que eu tente, a vida vai continuar parecendo mais complicada do que realmente é.
E por mais que eu tente, não vou conseguir escrever com tantas coisas tirando minha atenção.

Eu amo. Eu odeio. Eu finjo que os problemas não existem. E eu crio todos eles. E quando me sinto assim, o mundo cai. Não sei porque.

Mas sempre existe alguém que fode tudo.

Mentira? Não mesmo.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2005

Mudança definitiva

Sem dilongas (ou delongas?) e similares, aqui estou. De vez.

Obrigada, Júlio.
E não pergunte nem ache se é pelo blog. É por tudo que você já fez por mim mesmo. Menos o dia que não me ligasse às 5h30 da manhã pra me acordar. Mas isso é totalmente relevante.
:*:

domingo, 30 de janeiro de 2005

bia é uma boa companheira

bia é uma boa companheira, bia é uma boa companheira, bia é uma boa companheiraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa ninguém pode negar ^^