sábado, 7 de outubro de 2006

Diálogo entre mãe e filho, no ônibus.

- Quer dizer que quando eu tô comprando uma bala eu tô pagando imposto?
- Exatamente.

(Cara de espanto)
- Mas... Como é possível isso?!
- Toda vez que você compra uma balinha, tem um imposto que você tá pagando no preço daquela bala. Entendeu? Por exemplo, se uma bala custar 1 real...
- Não existe bala de um real! Confeito é 5 centavos.
- Tá, 5 centavos. 17% desse preço é de imposto. 0,8 centavos mais ou menos é de imposto. Se, vamos fazer de conta, existisse uma bala de 1 real, 17 centavos da balinha era só de imposto.
- Aaaah...

A criança virou pra janela e pensou no que acabara de ouvir.

Eu lembro que quando eu não chegara nem à pré-adolescência e tentaram me explicar como funcionava o lance dos impostos, eu nada entendia. Hoje em dia tenho um professor anarquista de Geografia que não deixa passar uma oportunidade para dizer que os impostos do Brasil são os mais altos do mundo.
É, tô sabendo.
(Comodismo)




Odeio as pteridófitas e os ciclos reprodutores das plantas, sejam elas vasculares ou não.
E não deu tempo de concluir a prova de Química. Merda.

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