segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Um absurdo.

Um completo absurdo. Se tem uma coisa que eu simplesmente não entendo, e que considero injustificável, é a permissão para se fumar nos lugares fechados de Natal.

Quinta-feira passada fui ao Seven, assistir ao show da banda João Teimoso, a qual estava comemorando seu aniversário de um ano. Eu já sabia que ia existir uns seres desprovidos de bom senso no papel de chaminés. A todo vapor. Era para eu ter contado quantos eram, mas num lugar com tantos poucos metros quadradros e que abriga tanta gente junta, uma única Maria Fumaça já incomoda muita gente.

O olho lacrimeja. As pessoas ficam com alergia. Enxerga-se pior ainda, por causa do fumacê. Dá vontade de tussir (tossir?), espirrar, e causa um desconforto geral. A fumaça daquela merda chamada "cigarro", "careta", ou "merda" mesmo - para mim - contém gás carbônico, e num lugar pequeno e com gente demais, o gás carbônico já é o maioral do pedaço (o oxigênio, coitado, só faz ser consumido). Não preciso dizer mais né? Tem horas que chegou a ser "sufocante" estar ali.

Não é exagero. Não é frescura. É falta de respeito permitirem que em pubs se fume. Podem me chamar de uma coisa que não sou: careta. Mas é verdade.

Mais injustificável ainda é tomar gosto por esse hábito maravilhoso que é fumar. Eu já provei e sei que a boa sensação é ínfima (um quadradinho de chocolate vagabundo a substitui com louvor). Amarela os dentes. Fede. Fede, fede muito. Acaba com seu preparo físico, e, claro, com seus pulmões. Melhor perder a festa, e viver um pouco mais - e melhor.

Não fume perto de mim. Principalmente perto do meu cabelo! Argh.

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