quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Eu, nós.

Eu fiquei aqui, aproveitando os últimos instantes da bateria do aparelho que me dava aquela música... Os últimos instantes da bateria da celular e uma fria e distante possibilidade de você me ligar, pra falar de saudade, como antigamente. Ou pra falar do outdoor engraçado, do shopping lotado e irritante, dos minutos que tu tava contando pra gente se ver logo logo. Fiquei nisso.
Me detive nesses instantes e nesse momento porque não havia outra alternativa. Comecei pelos piores, espontaneamente, mas depois escolhi os melhores pensamentos sobre você. Uma nostalgia parece que coube bem nessa solidão exagerada, nesse momento eu-tu que era mesmo eu-eu, que explique-se lá a fenomenologia.
Mais que saudade, a angústia, e o imprevisível. Pois parece que só você quem sabe o (nosso) dia de amanhã.

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