quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Igual ao filme?

Eu já tinha todo o texto pronto ontem, em minha cabeça, quando tudo deu-se por ponta cabeça e eu perdi o prumo. Mas perdi de novo. O texto se foi.
Então é assim? A gente termina aqui? Tem que ser. Igual ao filme que passou na tv, da trilha sonora tão buscada, e da simplicidade que fazia sentido. A alterância da universidade e daquele quarto, das conversas sérias e nada sérias na mesma cama de casal. Universidade. Quarto. Quarto. Universidade. Na mesma variação. Com a mesma simplicidade lá e cá, porque foi assim, do jeito que tem que ser, simples, sem dramas.
Então é assim? O lugar que significa. A música que faz lembrar. As viagens que não aconteceram. O frio na barriga. O coração disparando. O beijo com carinho. Os dedos por dentro do cabelo, e os devaneios que coubessem. Simples, como tinha que ser.
"Pois é", diz a música. Então fica assim. "Apenas o fim".

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