quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Espere sentado, se não cansa.

À espera das boas notícias. À espera dos sorrisos espontâneos, dos abraços apertados, da cerveja na sexta-feira à noite com cara de descanso, de descaso, de desopilar e esquecer um pouco os problemas. À espera da correria que até faz bem. Faz bem porque rende, porque nos faz reclamar, porque nos faz querer correr mais e ao mesmo tempo parar; para ver alguém importante. À espera das ligações inesperadas (!), desse cinema no sábado à noite que vai ser regado a risadas - não importa o gênero. A piada sempre cabe, isso a gente já aprendeu. À espera do cotidiano de corações tranquilos, de mentes aquietadas, apenas com vontade de trabalhar, mas cientes de que estamos bem; de que estamos no nosso melhor. Espero por isso. À espera das nossas festinhas e festanças que duram até muito mais que o amanhecer, quando a gente acha que tem o poder de parar o tempo quando na verdade só ficamos fingindo que encompridamos a noite mesmo diante do raiar do dia. À espera do aconchego, da normalidade, do prazer de estar aqui. À espera das boas notícias. À espera dos milagres.

2 comentários:

Fábio Farias disse...

Deixa de deprê, se anima bibia! tudo tem seu tempo :)

André Palhano disse...

"À espera dos sorrisos espontâneos, dos abraços apertados, da cerveja na sexta-feira à noite com cara de descanso, de descaso, de desopilar e esquecer um pouco os problemas." Quanto a isso você pode contar comigo! :D