segunda-feira, 12 de março de 2012

Hum.

E que história é essa de que o único consolo é só esse, é só ele, é único? Não! Que história é essa de ter certeza sobre isso? Não! Que história de que sumiu o chão, é impossível concentrar-se na aula, segurar o choro soluçado?

Eu aprendi faz bem pouco tempo, mas já me sinto uma outra Beatriz, tanta diferença que isso me acrescentou: aprenda a amar sua liberdade. Não falo nem de espírito aventureiro, vender brincos na praia, praticar o amor livre, viajar o mundo com uma mochila nas costas (!). Não, mulher, não dispense uma boa bagagem. Sério.

Você pode fazer tudo isso, ou não fazer nada disso. Você pode ter a vida que você decidir ter, mas, por favor, nunca esqueça: abrace e ame a sua liberdade, pois isso significa amar você mesma. Eu sei, parece livro de auto-ajuda, colunista de revista feminina falando para quarentonas-solteironas desesperadas ou desiludidas... Não importa. Aliás, não importa mesmo sua idade, seu estado civil, a quantidade de amigos que você tem, o emprego que você deseja. Cultive a única vida que você pode cultivar: a sua própria. Lembre de mantê-la ainda quando dividi-la com outros, e nesse outros, não está só o ele, mas todos os outros mesmo: mamãe, papai, e os futuros filhos cabem aqui também. Ah, e nós também, tuas amiga!, divida sua vida conosco mas lembre de que ela é somente sua, e valorize isso.

Ninguém é auto-suficiente por completo, mas a gente pode buscar ser um pouco mais isso do que ser outro-dependente, sabe? Isso é ser livre, isso é ser feliz.

Sabe, a minha melhor amiga tatuou no braço direito dela: Liberte-se. E é só a única dica que ela tem para ensinar aos outros a ser como ela: livre, feliz.

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