domingo, 8 de abril de 2012

Quanta bobagem!

E por que eu fico a analisar essas mensagens de texto, em maior ou menor freqüência, com menor ou maior iniciativa sua. E por que recordo e interpreto os telefonemas, notícias, cada palavra que dizias e não dizes mais. E por que eu fico me questionando o por quê da distância repetina. Que distância? Porque eu interpreto o tempo inteiro cada gesto e sorriso. Se antes havia mais, por que agora há de menos (para o que eu estava acostumada)? Eu estava mal acostumada.

Demais, demais.

E quando a incerteza mais aperta, a pseudo-distância, e eu me pergunto se o mesmo te acometeu. Foi? Será? Se sim, e então, o que faremos? Mas. Pior. Se há isso, é porque não te acometeu o mesmo insight, ideação, ou erro. E sim porque concluístes do contrário, e percebestes o que vinha acontecendo comigo...

Não pode.

Mas por que eu me pergunto tanto assim?
A gente ainda vai se abraçar tão apertado quando se vir, e conversar tantas horas de tantas risadas. Não tem pra quê. Quanta bobagem.

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