segunda-feira, 18 de junho de 2012

Que tem dias que acordo com raiva. Que tem horas que grito pelas entranhas, sem sair barulho. Que tem horas que quero gritar por todos os poros, fazendo barulho. Não grito, não faço. Que tem horas que choro sem saber por quê. E mais ainda quando choro sabendo por quê. E choro. E grito e sofro e sinto raiva, ao mesmo tempo, muda e barulhenta, ao mesmo tempo.

Que tem horas que me sinto bem, e paro. Que tem horas que eu sinto culpa. No mais das vezes, desespero. Desespêro. Desespéro.

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