quinta-feira, 13 de junho de 2013

Pra quê tudo isso

Eu mesma. Esses dias fui sair de casa e achei melhor pegar o ônibus. Deixei o carro na garagem, com a desculpinha de fazer algo pelo meio ambiente, mas, claro, eu queria era meu transporte público. Tava com saudade dele.

Cheguei na parada, tudo lindo, cobertura adequada contra sol, contra chuva, contra raios violetas e furtacor,  contra balas de borracha da polícia caso houvesse manifesto pacífico pelas ruas, e tinha onde eu sentar, esperar, e quem mais estivesse comigo. A galera esperava os ônibus com hora marcada. Todo mundo tinha consultado o aplicativo que mostra as rotas dos ônibus urbanos. Pra não correr risco de atrasar nem de esperar demais. O mapa três dê que instalaram nos pontos de ônibus também ajudavam. Eu fui sem fazer isso, mesmo. Estava ousada.

O ônibus chegou na hora. Parou na parada. Não precisa correr em caso dele decidir parar no quarteirão da frente (por motivos de trânsito, paradas irreconhecíveis, má vontade do motorista). O ônibus tava mais limpo que a rua. E ia direto para a universidade. Eu não precisaria pegar dois ônibus saindo do centro da cidade para a universidade federal dessa mesma cidade. Isso seria um absurdo né, gente? Já pensou? Se de repente tivesse uma rota dessas e depois não tivesse mais. Se nunca tivesse existido. Um caos.

O percurso foi tranquilo. O ônibus estava em bom estado, bem cuidado, até, melhor que meu carro, que tá precisando de um lavagem, risos! Chegou onde eu queria na hora certa, assim como todos os ônibus daqui. Que, é claro, por favor, alcançam todas as rotas da cidade, sem deixar ninguém na mão. Digo, nos pés! Risos!

As coisas por aqui são assim, vão muito bem. Acho que no meu próximo passeio vou tentar o metrô!

Bjs.

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